Monika von Koss - Fractologia https://monikavonkoss.com.br/taxonomy/term/119 pt-br IV Cúpula de Fractologia https://monikavonkoss.com.br/node/191 <div class="field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden"><div class="field-items"><div class="field-item even" property="content:encoded"><p>Em dezembro de 2012 foi realizada a Cúpula Inaugural de Fractologia nas Blue Mountains, Australia, inaugurando uma nova etapa no desenvolvimento da Fractologia no Mundo, com o intuito de  trabalhar para a cocriação da interdependência na consciência coletiva.</p> <p>É um prazer comunicar que neste ano de 2018 a IV Cúpula Bianual de Fractologia será realizada em São Paulo, nos dias 24, 25 e 26 de outubro. Um acontecimento auspicioso em uma época crítica para o Brasil.</p> <p>Participantes da cúpula são Mestres em Fractologia, Graduados em Fractologia e Estudantes Avançados em Fractologia. Reunir aqueles que sabem operar a partir de uma percepção fractal consciente constitui um evento poderoso, não apenas para o desenvolvimento pessoal daqueles que participam, mas igualmente para a expansão da consciência no mundo.</p> <p>Tendo estado presente em todos os encontros anteriores, sinto-me honrada e muito feliz de poder acolher no meu espaço não apenas aqueles que vem da Austrália e Nova Zelândia, mas igualmente todos os brasileiros que estão neste caminho. </p> <p>No Brasil contamos atualmente com 8 estudantes de Fractologia em diversas etapas da formação, com a graduação de uma delas sendo um dos momentos festivos desta cúpula. Meu desejo é que a comunidade de Fractologia cresça cada mais, para cocriarmos um mundo melhor para todos.</p> <p>Desde sua primeira vinda do Brasil no ano de 2006, a Dra. Catherine Wilkins, fundadora da Fractology, já retornou em 2008, 2011 e 2015. Em todas estas ocasiões, organizamos vivências que possibilitaram a muitas pessoas se beneficiarem de seus ensinamentos. </p> <p>Em 2018 teremos <strong>O Poder do Êxtase</strong>, um workshop residencial com um grupo feminino e outro grupo masculino, e um workshop <strong>Movendo-se para a Interdependência</strong>. Os eventos acontecerão nos meses de setembro e outubro.  </p> <p>Recebo a todas e todos de braços abertos. </p> <p> </p> </div></div></div><div class="field field-name-field-tags field-type-taxonomy-term-reference field-label-above clearfix"><h3 class="field-label">Tags: </h3><ul class="links"><li class="taxonomy-term-reference-0" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/119" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">Fractologia</a></li><li class="taxonomy-term-reference-1" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/236" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">cúpula</a></li></ul></div> Mon, 09 Jul 2018 23:47:44 +0000 Monika 191 at https://monikavonkoss.com.br https://monikavonkoss.com.br/node/191#comments A importância dos valores para manifestar quem somos verdadeiramente https://monikavonkoss.com.br/importancia-dos-valores-para-manifestar-quem-somos-verdadeiramente <div class="field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden"><div class="field-items"><div class="field-item even" property="content:encoded"><p>A Fractologia é um método de cura energética transformadora, que busca auxiliar cada pessoa na manifestação de seu verdadeiro propósito, baseado em seu padrão de integridade consciente singular, seu fractal único. É um sistema complexo, composto de muitos elementos simples que, em seu conjunto, configuram uma abordagem holográfica da existência.</p> <p>Como Fractologista, sei que os valores são um dos pilares que sustentam a expressão de nosso Ser verdadeiro e nosso propósito de vida. São eles que definem nossos objetivos. Já escrevi sobre valores em outro artigo (conscientizar-os-valores-pessoais), mas sempre é bom reafirmar que, quando falamos de valores, não estamos falando de conceitos abstratos, mas de forças que vibram em uma frequência sutil. A palavra ‘valor’ deriva do verbo latino <em>valere</em>, que significa ter saúde, energia, estar forte. Como fundamentos morais e espirituais da consciência humana, os valores são pontes para nossa transformação, determinando, em última instância, nosso comportamento e a direção de nossa vida.</p> <p>Como diretrizes para nossas escolhas, os valores que sustentamos, aquilo em que acreditamos e que tem valor para nossa vida, determinam nossas prioridades e fornecem o alicerce oculto dos conhecimentos e das práticas que construímos em nossas vidas, funcionando como lentes através das quais interpretamos o mundo que nos rodeia.</p> <p>Para expressarmos nosso Ser verdadeiro, precisamos ter clareza dos valores que sustentamos para esta vida. Sempre que agimos a partir deles, aumentamos nossa integridade. São os valores essenciais que norteiam nosso caminho em direção a quem somos verdadeiramente. E quando baseamos nossas escolhas e nossas ações nos valores de nossa alma, estaremos sempre no nosso caminho de crescimento, de expansão em consciência. Fazendo escolhas que honram nossos valores, estamos seguindo o caminho da alma, o caminho que nos conduz para mais perto de quem somos verdadeiramente.</p> <p>Quando nossas intenções são baseadas em nossos valores, toda escolha que fazemos está em harmonia com nossa integridade. Já foi visto em outro artigo (o-poder-das-intenções ) que a vida de cada um de nós é a expressão das intenções que formulamos consciente ou inconscientemente. Toda intenção cria uma forma para a energia fluir do universo através de nós que, ao se aliar com o mundo, ativa os recursos necessários à realização do nosso propósito.</p> <p>Ao embasar nossas intenções nos valores essenciais e utilizá-los como guias para todas as nossas escolhas e atos consequentes, mesmo que isto signifique enfrentar a desaprovação geral, estamos no caminho para nos tornarmos interdependentes. Um caminho que pode ser longo e desafiador, mas que pavimentamos colocando uma pedra após a outra, fazendo uma escolha após a outra, sabendo que a destinação é a expressão de nosso Ser verdadeiro.</p> <p>Vou ilustrar isto com uma experiência muito pessoal. Durante a estada de Catherine Wilkins no Brasil em setembro de 2015 aconteceu minha formatura como Praticante de Fractologia, a culminação de 4 anos de intensos estudos e desenvolvimentos.</p> <p>Dois dias antes do ritual de formatura eu acordei de madrugada tomada de uma experiência muito densa e profunda, da qual eu trouxe uma informação fundamental para minha vida. Eu tomei consciência da minha mais profunda intenção: <strong>paz, liberdade e beleza para mim e para todo mundo</strong>.</p> <p>Quando acordei pela manhã, ainda inundada com esta experiência, meu primeiro pensamento foi de quão raro estes valores se manifestam no presente momento da humanidade, mas a densidade da experiência predominava, enquanto eu deixava que todo meu sistema a assimilasse.</p> <p>Se num primeiro momento a tarefa parecia gigantesca e impossível, refletindo um pouco reconheci que isto não significava que eu sozinha teria que transformar o mundo, mas apenas que estas qualidades precisam estar presentes em todo meu fazer. E fui capaz de reconhecer que tenho trabalhado no meu propósito em tudo que fiz e faço, mesmo não estando ciente disto. Mas tornar-me consciente da escolha trouxe clareza e força para minha intenção e foco.</p> <p>Paz, liberdade e beleza são os fios com que teço o propósito da minha alma. E sendo quem sou, aprofundei minha compreensão destes conceitos, buscando identificar mais claramente a frequência sutil destas forças vibratórias. Em outros artigos partilharei minhas descobertas, pois acredito que apenas podemos ser realmente livres se formos capazes de nos mover pela vida com integridade, harmonia e amor.</p> <p>Nossa liberdade consiste em individualizar a vida através do nosso pleno engajamento. E para estarmos plenamente engajadas em nossas vidas, precisamos desenvolver uma consciência capaz de abarcar o prazer e o desprazer como aspectos igualmente verdadeiros da vida. Quando desenvolvemos uma relação de confiança e aceitação conosco e com tudo à nossa volta, estamos livres para viver a vida plena e interdependentemente. Os valores que sustentamos nos indicarão o caminho. </p> </div></div></div><div class="field field-name-field-editorial field-type-list-text field-label-hidden"><div class="field-items"><div class="field-item even">Expansão consciente</div></div></div><div class="field field-name-field-tags field-type-taxonomy-term-reference field-label-above clearfix"><h3 class="field-label">Tags: </h3><ul class="links"><li class="taxonomy-term-reference-0" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/119" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">Fractologia</a></li><li class="taxonomy-term-reference-1" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/12" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">valores</a></li><li class="taxonomy-term-reference-2" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/42" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">intenção</a></li><li class="taxonomy-term-reference-3" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/76" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">paz</a></li><li class="taxonomy-term-reference-4" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/102" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">liberdade</a></li><li class="taxonomy-term-reference-5" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/66" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">beleza</a></li></ul></div> Mon, 21 May 2018 14:59:09 +0000 admin 142 at https://monikavonkoss.com.br https://monikavonkoss.com.br/importancia-dos-valores-para-manifestar-quem-somos-verdadeiramente#comments A arte de render-se e o poder da rendição https://monikavonkoss.com.br/arte-de-render-se-e-o-poder-da-rendicao <div class="field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden"><div class="field-items"><div class="field-item even" property="content:encoded"><p>A Fractologia nos ensina que entre as poucas coisas que o ego não é capaz de fazer está a capacidade de se render.</p> <p>É comum acharmos que rendição significa desistência, fracasso, derrota, pois esta palavra é principalmente empregada na arte da guerra. Na vida cotidiana a substituímos mais frequentemente pela palavra ‘entrega’. Mudamos a palavra, mas o significado que ela expressa permanece o mesmo, porque continuamos a atuar em um padrão codependente.</p> <p>Quando estou atuando a partir de um padrão codependente e me entrego, a quê ou a quem estou me entregando? Deixo que a vida, as circunstâncias, as dificuldades decidam o meu caminho? Entrego ou abro mão do meu direito, do meu poder, da minha responsabilidade de fazer escolhas e entrego a questão ao ‘deus-dará’ ou à sorte?</p> <p>Palavras são meios de traduzir em linguagem uma frequência ressonante. Sabemos que utilizamos a palavra certa para expressar o que sentimos, quando a ressonância da palavra vibra em ressonância com aquilo que sentimos. Com isto quero dizer que a palavra não tem um significado em si, mas é um veículo para expressar nosso sentir. E assim como o nosso sentir muda com o tempo e a experiência, também o uso das palavras pode mudar ao longo do tempo e das experiências vividas. Algumas palavras caem no esquecimento, porque elas não expressam mais aquilo que sentimos e novas palavras são criadas para exprimir nossas novas experiências.</p> <p>Então vamos voltar à palavra <strong>‘rendição’</strong>. Em seu livro <em>Um retorno ao amor</em>, onde Marianne Williamson partilha suas reflexões sobre os ensinamentos do <em>Um curso em milagres</em>, ela escreve:<strong> “Render-se significa, por definição, desistir da fixação acerca dos resultados.”</strong> Reforçando, render-se não significa abrirmos mão dos resultados, mas sim da fixação em relação a eles. Quantas vezes ficamos tão apegados aos resultados que queremos obter, que temos dificuldade em nos render às evidências e lidar com os resultados que obtemos. Ficamos tão fixados nos resultados pré-definidos por nós, que deixamos de ver e valorizar a riqueza dos resultados que obtemos, porque não correspondem à nossa expectativa.</p> <p>Quando estamos fixados nos resultados, nos tornamos rígidos e limitamos nossa experiência. Para abrir mão da expectativa fixa, precisamos aprender a lidar com um dos princípios da criação: a dualidade. Mas como já escrevi em outro texto (Para além da Dualidade), a dualidade em si não é o problema, mas sim o fato de atribuirmos valor a uma das polaridades em detrimento da outra, quando definimos que um resultado é útil e todos os demais não servem.</p> <p>Ao nos fixarmos em um resultado, tornamos mais difícil nossa conexão com as demais possibilidades, limitando nossa experiência e nos separando de partes de nós mesmos. Ao deixarmos de reconhecer ou valorizar estes aspectos de nós mesmos, criamos nossa própria sombra. É esta separação que dá força ao ego codependente e nos distancia de quem somos verdadeiramente, seres de potencial ilimitado.</p> <p>Quando entendemos que todos os resultados são válidos e fazem parte do nosso caminho, infinitas possibilidades se abrem para nós. Pois o aspecto positivo da dualidade é criar um amplo espectro de possíveis resultados para cada situação, permitindo-nos experienciar todos eles e assim nos conduzir em direção à realização de nossas vidas e nosso verdadeiro potencial.</p> <p>Escolher o que fazemos com as infinitas possibilidades é algo que depende apenas de nós. Um dos modos mais rápidos de nos movermos pela cura é nos rendermos à experiência, afirma Catherine Wilkins. Quer a experiência seja de dor, tédio ou prazer, quando nos abrimos para ela sem resistência e permitimos que ela se mova através de nós, então seremos capazes de aprender as lições que ela tem para nos oferecer e obteremos a cura que buscamos com muito mais rapidez.</p> <p>Esta é uma das razões pela qual todas as tradições valorizam o desapego. Desapegar-se também não significa que precisamos nos desfazer dos objetos, das pessoas ou dos objetivos que temos ou queremos, mas sim nos libertar da fixação de nossas expectativas a respeito daquilo que podemos obter por meio destes objetos, pessoas ou objetivos. É entender que eles igualmente são meios para realizarmos aquilo que escolhemos fazer e que podemos realizar aquilo que nos propomos por uma diversidade de meios, pois quem realmente faz a vida acontecer é nossa verdadeira identidade como centelhas divinas que têm o poder de criar aquilo que se propõem.</p> <p>Quando estamos vivendo a partir de quem somos verdadeiramente, não nos separamos do restante da criação, mas trabalhamos em conjunto com tudo que existe, atuando a partir de um padrão interdependente. Quando atuamos interdependentemente, apenas nos rendemos ao fluxo da vida e da realização plena.</p> <p>Exercer a arte de nos render e experienciar o poder da rendição pode transformar a vida.</p> </div></div></div><div class="field field-name-field-editorial field-type-list-text field-label-hidden"><div class="field-items"><div class="field-item even">Expansão consciente</div></div></div><div class="field field-name-field-tags field-type-taxonomy-term-reference field-label-above clearfix"><h3 class="field-label">Tags: </h3><ul class="links"><li class="taxonomy-term-reference-0" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/119" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">Fractologia</a></li><li class="taxonomy-term-reference-1" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/120" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">render-se</a></li><li class="taxonomy-term-reference-2" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/121" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">resultados</a></li><li class="taxonomy-term-reference-3" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/122" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">expectativa</a></li><li class="taxonomy-term-reference-4" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/123" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">desapego</a></li></ul></div> Mon, 21 May 2018 14:55:38 +0000 admin 139 at https://monikavonkoss.com.br https://monikavonkoss.com.br/arte-de-render-se-e-o-poder-da-rendicao#comments A Perspectiva Holográfica da Transpessoalidade https://monikavonkoss.com.br/perspectiva-holografica-da-transpessoalidade <div class="field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden"><div class="field-items"><div class="field-item even" property="content:encoded"><p> A visão transpessoal na psicoterapia já tem história e teve o mérito de incluir, na abordagem do ser humano, além de sua experiência psicológica e emocional também sua vida espiritual, reconhecendo que todos somos mais do que apenas seres restritos à nossa existência terrena.</p> <p>A inclusão da capacidade humana para alcançar dimensões além da existência comum ampliou grandemente o escopo da nossa experiência pessoal, ao incluir habilidades antes consideradas parapsicológicas, isto é, fora da experiência comum.</p> <p>Com a inclusão da visão transpessoal no processo psicoterapêutico, experiências que eram consideradas do domínio do psicótico, passaram a ser vistas como fazendo parte da vivência normal das pessoas. Refiro-me a experiências como memórias de vidas passadas, visões e habilidades que vão além dos cinco sentidos físicos e uma grande variedade de experiências que as pessoas muitas vezes ocultavam, pelo receio de serem diagnosticadas como ‘loucas’, ou então apenas as exerciam em grupos fechados, geralmente de cunho religioso ou metafísico.</p> <p>Habilidades metafísicas fazem parte do conjunto de habilidades disponíveis a qualquer ser humano, mas, como qualquer habilidade, precisam ser aprendidas e praticadas. Apesar de todo ser humano possuir a habilidade para ler e escrever, muitas pessoas são analfabetas, porque não aprenderam e/ou praticaram.</p> <p>A diferença entre habilidades físicas e metafísicas é apenas uma questão de expansão em consciência. Algumas pessoas apresentam determinadas habilidades mais desenvolvidas e temos por hábito considerar isto como um talento natural ou um dom. Mas, se ouvirmos mais cuidadosamente a história destas pessoas, vamos descobrir que elas aprenderam e praticaram estas habilidades ao longo de várias vidas, razão pela qual o fazem com facilidade.</p> <p>A visão transpessoal está intimamente relacionada com as descobertas da física quântica, que mudaram radicalmente a nossa compreensão do mundo. E apesar de seus postulados já terem extrapolado os limites do estudo do micro e macrocosmos, para se infiltrar e modificar a visão de outras áreas de saber como a psicologia, a biologia, a sociologia, a medicina, sua incorporação em nosso modo de perceber o mundo e lidar com ele ainda está por vir.</p> <p><strong>Fundamentação teórica</strong></p> <p>A física quântica ampliou o paradigma cartesiano, com sua visão mecanicista e linear, para uma visão holística, com sua concepção holográfica do universo. Enquanto no paradigma cartesiano o ser humano se colocava à parte daquilo que era seu objeto de observação e estudo, o paradigma holístico mostrou que isto era impossível, pois, como afirma o neurocirurgião Karl Pribram, a própria mente não passa de um holograma, interpretando um universo holográfico. Como pequenos pedaços de uma mente holográfica maior, é possível às mentes individuais acessarem todas as informações que se encontram no sistema cibernético total, a mente universal ou búdica.</p> <p>Afirma o paradigma holístico que toda a existência se acha interconectada e hierarquicamente organizada em uma totalidade holográfica, em que matéria, energia, seres vivos e inanimados, mente, corpo, espírito, são apenas diferentes níveis de um mesmo sistema unificado, cada nível operando sobre e influenciando todos os demais níveis.</p> <p>A física quântica descreveu matematicamente este holograma da criação como sendo estruturado em camadas, que vão do superficial ao profundo, do microscópico ao macroscópico, do complexo ao fundamentalmente simples, do diversificado ao unificado. Estas camadas formam mundos dentro de mundos dentro de mundos, cada um com qualidades diferentes e possuindo uma lógica própria. Quanto mais profunda a camada, mais desperta, mais inteligente, mais dinâmica, mais viva ela se torna, mais subjetiva em escalas fundamentais.</p> <p>Esta realidade holográfica não contém imagens de coisas, ela contém informação. É uma dimensão imaterial, ordenada mais como um grande pensamento do que como uma grande máquina. Os objetos quânticos não são pedaços de matéria, mas ondas de probabilidades, formando uma interconexão de eventos inseparáveis, que constituem um fluxo invisível e intangível, que o físico David Bohm denominou de holomovimento.</p> <p>Sendo um holograma, o que parece ser um mundo estável, tangível, visível ou audível, é uma ilusão. Ele é dinâmico e caleidoscópico - não está realmente em algum lugar definido, mas consiste de frequências que transcendem tempo e espaço, cuja interação cria eventos potencialmente simultâneos e onipresentes, razão pela qual não precisam ser transmitidos, nem podem ser compreendidos por um raciocínio baseado em causa-e-efeito.</p> <p>Mas estes eventos potenciais, que estão dispersos pelo espaço holográfico, apenas se tornam realidade concreta, manifestada, quando há um observador que escolhe entre as infinitas possibilidades presentes no universo. “Um livro precisa de um leitor para ser um livro. Sem leitor, é um objeto inanimado”, escreve Roberto Sardello em <em>No Mundo com Alma</em>. E quem é este observador/leitor que colapsa um evento? É a Consciência. O ato consciente de observação é o fator chave na formação da realidade. Para acessar qualquer informação contida no holograma, é necessário expandir a consciência para outros níveis de realidade e levar o foco da atenção para a parte do holograma que a contém.</p> <p>Dito de forma resumida, o cosmos consiste de um padrão disperso de luz, que contém informação codificada em forma de padrões de interferência de ondas. Mas esta informação não é aleatória ou caótica, ela possui uma ordem que lhe é dada por sua estrutura fractal. Formando a estrutura do holograma, os fractais possibilitam à mente humana ver o infinito.</p> <p>Um fractal é um padrão autossimilar de detalhes infinitos, cuja característica fundamental é a autossimilaridade, uma invariância contra mudanças em escala ou tamanho, possibilitando que algo permaneça o mesmo, apesar de alguma alteração que ocorra consequentemente. Não importa quanto você aumenta ou diminui um fractal, ele não perde sua definição formal, mas mantém sua estrutura idêntica à original, pois a relação entre as partes e a totalidade permanece invariante. Pela repetição, ou seja, pela multiplicação dos mesmos elementos por um fator que permanece constante, forma padrões mais complexos, o que lhe confere a qualidade de autorreferência, que se caracteriza pelo fato de cada parte refletir o padrão fractal original. Um fractal é sempre e apenas ele mesmo. E é esta invariabilidade que constitui a ordem subjacente às mudanças.</p> <p>A geometria fractal é uma ordem profunda sob o caos. Localizando-se na interface entre áreas ilimitadas e limitadas, não saindo do controle nem permanecendo fixo, mas se auto-organizando em uma zona limítrofe infinitamente profunda, que se move dinamicamente junto com a perspectiva do observador, os fractais existem no espaço paradoxal entre dimensões, níveis e forças da existência, onde servem tanto para conectar quanto para separar múltiplos níveis. Como a marca de sistemas abertos, complexos e auto-organizadores, os fractais estão envolvidos com a comunicação, transporte ou transformação de energia, matéria e informação entre seus vários subsistemas.</p> <p><strong>Os fractais na Psicologia</strong> Em seu trabalho intitulado “Dinâmicas Fractais do Psiquismo”, a psicóloga americana Terry Marks-Tarlow escreve que “na psique humana, o caos é onipresente no cérebro, onde configura uma retaguarda para estados perceptuais mais ordenados. Devido à alta sensibilidade e fácil mobilidade, uma retaguarda de caos nos possibilita mobilizar atenção e rapidamente mudar estados perceptuais, em resposta a mudanças ambientais imprevisíveis”, além de estar envolvido nas mudanças de humor e nas oscilações emocionais.</p> <p>Os fractais também são significativos para o desenvolvimento da identidade psicológica. Alinhando-se com o postulado de Francisco Varela a respeito de sistemas biológicos funcionalmente fechados, mas estruturalmente abertos, envolvendo infinitos circuitos de retroalimentação e reiteração (sistemas autopoiéticos), Marks-Tarlow define o Eu como um sistema dinâmico aberto, constelado como fractal.</p> <p>Núcleo de uma identidade humana saudável, o Eu é claramente um sistema funcionalmente fechado, que nos confere um sentimento de coesão, no sentido de que há uma delimitação entre o eu e o outro, entre o eu e o mundo. Mas ele é estruturalmente aberto, pois não apenas sua formação, mas também sua própria continuidade depende da contínua interação e troca com outros e o mundo. Assim, ele se localiza na interface do espaço limitado da personalidade com o espaço ilimitado do mundo, constituindo uma ponte entre o imaginário e o real, entre mente e matéria, entre consciente e inconsciente.</p> <p>Tendo em vista que não há uma escala característica para o psiquismo, a dinâmica fractal do Eu cruza todas as escalas, desde a camada mais nuclear, que nos confere a identidade pessoal, passando pela identidade familiar, pela identidade étnica, pela identidade nacional e até por uma identidade global como ser humano. Em todas as diferentes escalas sociais, somos invariavelmente nós mesmos, e quanto mais coerentes forem entre si estes diversos níveis, mais manifestaremos nossa integridade como Ser.</p> <p>O mesmo se aplica a todo comportamento que surge das profundezas da personalidade. Vemos a dinâmica fractal se manifestar no espaço paradoxal entre o eu e o outro, à medida que traços de personalidade se manifestam em padrões autossimilares, evidentes em múltiplas escalas de existência. Por exemplo, pessoas agressivas podem empurrar outros para o lado verbalmente com excessivo falar, furar fisicamente as filas nos bancos, enquanto colocam suas necessidades acima de outros em relacionamentos significativos. Dos níveis micro ao macro, cada instância ocorre autossimilarmente, em diferentes escalas da observação social.</p> <p>Por constituir uma lente útil para visualizar a organização da personalidade e os padrões repetitivos do comportamento, Marks-Tarlow propõe a utilização da noção de limites fractais para iluminar os paradoxos de subjetividade e relacionamentos interpessoais, desde os níveis biológico e fisiológico através do intrapsíquico, social, cultural e mesmo transpessoal.</p> <p>No processo psicoterapêutico, trabalhar com a dinâmica fractal se mostra sensivelmente importante, porque possibilita ao terapeuta transitar pelos diversos níveis em que um mesmo tema levantado pelo paciente se manifesta. Ao revelar o padrão de comportamento que a pessoa utiliza em diferentes situações (similaridade), uma série de reações pode ser reconhecida como originária de uma mesma fonte experiencial e sua conscientização promover a transformação do comportamento. Quando desenvolvemos a habilidade de perceber as dinâmicas fractais subjacentes, em vez de rejeitar seus elementos paradoxais, afirma Marks-Tarlow, elas se tornam uma fonte de vivacidade, criatividade e mesmo uma consciência mais elevada.</p> <p><strong>Fractologia, a ciência da cura</strong></p> <p>Mas, para que possamos de fato aplicar estes ensinamentos à abordagem clínica e à vida em geral, precisamos desenvolver nossas habilidades metafísicas, ao ponto de sermos capazes de acessar conscientemente a realidade holográfica e aprender a ler as informações aí contidas. Precisamos desenvolver uma percepção fractal ou holográfica. Esta é exatamente a proposta da Fractologia, uma forma muito avançada de cura energética desenvolvida pela Dra. Catherine Wilkins da Austrália, baseada no reconhecimento da impressão original de cada pessoa, isto é, seu próprio fractal único, que existe em cada nível de sua consciência.</p> <p>A ciência da Fractologia é holográfica. Cura holográfica é a habilidade de curar alguém de volta para seu estado original. Isto significa restaurar o fractal à sua integridade original, sempre que tenha sofrido uma distorção ou ruptura, quer ela tenha acontecido nesta ou em outras vidas, outros universos, outras dimensões ou planos de existência. E uma cura só é verdadeiramente holográfica, quando esta restauração do fractal resultar em uma melhora na nossa existência aqui e agora.</p> <p>O que caracteriza um fractal é o fato de quanto menor a área investigada, mais aparece para ser visto. O mesmo acontece com a personalidade de uma pessoa em um processo terapêutico, ainda que ele esteja baseado em uma percepção linear. Ao nos aprofundarmos na história do paciente, obteremos mais detalhes que tornam possível uma melhor compreensão de sua dinâmica intrapsíquica. É o foco do observador/terapeuta que se aprofunda na dinâmica do psiquismo do paciente e assim se torna capaz de elucidá-la cada vez com mais detalhes e precisão.</p> <p>Considerando que até aqui aprendemos a pensar em termos lineares, ou seja, pensamos nos eventos como ocorrendo em uma linha reta, originários de uma causa que resulta em uma consequência, que constitui a causa que resulta em outra consequência, e assim por diante, a mente linear tem dificuldade para dar significado à enorme quantidade simultânea de informação contida no holograma. Para isto, precisamos aprender a pensar holograficamente.</p> <p>E é importante fazê-lo, porque estamos vivendo uma expansão em consciência, com nossas habilidades metafísicas se manifestando com mais força, levando ao desequilíbrio que está na origem dos crescentes distúrbios mentais, emocionais e físicos, diante dos quais os sistemas de cura lineares estão se mostrando insuficientes.</p> <p>Recentemente li uma história que ilustra muito bem o que significa para nossa mente linear viver em uma realidade holográfica. Dois jovens peixes passavam nadando e cruzaram com um peixe velho nadando na direção oposta. O peixe velho os cumprimentou e disse: “Bom dia, meninos. Como está a água?” E os dois peixes meninos continuaram nadando por um tempo, até que um deles perguntou ao outro: “Que diabos é água?” Assim como os peixes não sabem o que é água, nós humanos também não sabemos o que é o espaço holográfico, apesar de estarmos mergulhados nele. Mas nós estamos no caminho de aprender.</p> <p>Para começarmos a operar como seres holográficos, afirma a Dra. Wilkins, precisamos aprender a pensar holograficamente. Isto é possível pela associação da antiga arte de reconhecimento de padrões, agora em um contexto moderno, através da Teoria do Caos e do estudo dos fractais. Por meio de uma percepção treinada e o uso de nossas habilidades metafísicas, podemos acessar o holograma da criação e, com isto, acessar a informação através de toda matéria, energia, espaço e tempo.</p> <p>Enquanto nossa mente linear opera por meio do pensamento, utilizando-se de palavras, cada uma delas referindo-se a algo específico e criando significado por seu alinhamento, a mente holográfica, ou a consciência, opera por meio da ressonância, que abarca todo um contexto conceitual em um único momento. Portanto, pensar holograficamente significa pensar no contexto antes de pensar no conteúdo. Quando pensamos por meio de conceitos, abarcamos uma imensa quantidade de informação, similar a uma imagem ou um símbolo que transmite instantaneamente uma infinidade de informações, que necessitariam de muitas páginas e tempo para serem transmitidas por meio de palavras. A condição para a compreensão de um símbolo é de que ele faça parte do nosso contexto cultural ou de conhecimento. Assim também acontece com a informação contida no espaço holográfico.</p> <p>O espaço holográfico contém tudo que é manifesto. Qualquer coisa criada é apenas um ponto no holograma, resultante de uma intersecção de ressonâncias, que configura a informação dispersa pelo espaço holográfico. O holograma como o contexto total de toda manifestação é um espaço infinito, que contém todos os eventos, todas as experiências, todos os seres. Cada um de nós é um ponto no holograma da criação.</p> <p>Mas cada um de nós está em um contexto diferente, cada momento de nossas vidas acontece em um contexto diferente. E nossos pensamentos, nossas emoções ou ações, só podem ser compreendidos, se levarmos em consideração o contexto em que aconteceram. Algo que faz sentido em um determinado momento de nossas vidas, ou em determinado contexto cultural, pode não fazer sentido em outro momento ou outro contexto. Por isto, se quisermos captar o significado de um evento, precisamos saber qual é o contexto em que ele acontece ou aconteceu, visto que ele determina a atitude que assumimos diante da vida, ou seja, nosso comportamento.</p> <p>O que diferencia uma abordagem linear de uma abordagem holográfica é a percepção do tempo. O tempo linear, como o concebemos, é um fluxo que segue apenas em uma direção, ou seja, de algum momento no passado passando pelo presente em direção ao futuro. Cada evento no momento presente é entendido como resultante de alguma ação no passado e que terá uma consequência no futuro.</p> <p>Diferentemente do tempo holográfico, que consiste de uma rede de muitos fluxos de tempo, que seguem em diferentes direções, cada fluxo criando um futuro diferente, vindo de um passado diferente, sendo experienciado em um presente diferente. O tempo holográfico tem tantos fluxos de tempo quando são as consequências possíveis de uma ação. Estas são as infinitas possibilidades, que apenas colapsam quando há um observador consciente, que foca em um fluxo de tempo específico. As demais possibilidades permanecem no que o físico David Bohm conceituou de ordem implicada, ou talvez seja mais fácil compreendê-las como vidas paralelas possíveis. Quando fazemos uma escolha, seguimos um fluxo de tempo específico, criando nossa própria realidade, nossa linha de tempo específica.</p> <p>O trabalho da Fractologia consiste em auxiliar o cliente a realizar seu propósito pessoal para esta vida, ou seja, seguir no caminho em direção à sua integridade. Sempre sabemos qual é nosso propósito para esta vida, estando conscientes disto ou não. Quando alguém procura um processo psicoterapêutico, tem a intenção consciente de resolver uma questão ou situação da vida. Se trabalharmos apenas com o conteúdo trazido pelo cliente, iremos aos poucos conscientizar os impedimentos e as incompletudes subjacentes, que estão bloqueando seu caminho. Mas, se trabalharmos com percepção fractal ou holográfica, podemos acessar diretamente este bloqueio e restaurar o fractal à sua perfeição original, mudando o contexto que está impedindo a pessoa de seguir em frente com seu propósito.</p> <p>O desenvolvimento em consciência acontece por etapas, das quais algumas superamos com facilidade, enquanto em outras nos encontramos diante de muitas dificuldades, cuja origem muitas vezes nos são desconhecidas. Tendemos a atribuir as dificuldades a algo exterior a nós, sejam nossos pais, nossa educação, nosso governo, nossa condição financeira, etc., caracterizando o estágio codependente em que se encontra a humanidade. De fato, as dificuldades são provocadas por uma ruptura ou distorção no nosso fractal. Quando aprendemos a completar os eventos que constituem os obstáculos em nossa trajetória, podemos seguir nosso caminho em direção à expressão de nossa integridade e a realização de nosso propósito.</p> <p>A percepção fractal ou holográfica traz um foco muito preciso a um trabalho psicoterapêutico, acelerando o processo de cura e promovendo a expansão em consciência que possibilita o desenvolvimento de uma atitude independente, ou seja, uma atitude de responsabilidade pela realidade que criamos. Quando temos consciência de nosso poder criativo e assumimos responsabilidade pela realidade que criamos, podemos a qualquer momento escolher criar uma realidade diferente.</p> <p>Criamos nossa realidade a cada momento em que fazemos uma escolha e a mantemos, reafirmando nossa escolha sempre de novo. Portanto, se quisermos mudar nossa realidade, precisamos fazer escolhas diferentes. Ao reconhecer e nos responsabilizar por uma escolha que fizemos em um determinado momento, temos a possibilidade de mudar nossa escolha e consequentemente nossa realidade. Se eu tiver conhecimento de todas as influências que estavam presentes em um evento e determinaram minha escolha, ou seja, o contexto em que a fiz, posso rever a escolha e reformulá-la, criando assim outra linha de tempo em que eu expresso mais clara e livremente meu propósito.</p> <p>Isto é uma cura holográfica.</p> <p><strong>Referência Bibliográfica Básica</strong> B</p> <p>OHM, David, <em>A Totalidade e a Ordem Implicada</em>, Cultrix, SP, 1998</p> <p>GLEICK, James, <em>Caos</em>, Campus, RJ 1989</p> <p>MARKS-TARLOW, Terry, “Fractal Dynamics of the Psyche”, site acessado em setembro de 2006, <a href="http://www.goertzel.org/dynapsyc/2002/FractalPsyche.htm">http://www.goertzel.org/dynapsyc/2002/FractalPsyche.htm</a></p> <p>MATURANA, Humberto e VARELA, Francisco, <em>A Árvore do Conhecimento</em>, Palas Athena, SP, 2005</p> <p>SCHROEDER, Manfred, <em>Fractals, Chaos, Power Laws</em>, W.F.Freeman and Co., NY, 1990 WILBER, Ken (org.), <em>O paradigma holográfico</em>, Cultrix, SP. 1991</p> <p>WILKINS, Catherine, <em>Fractologia, o poder curativo do holograma</em>, Prolibera, SP, 20011. Veja também <a href="http://www.fractology.info">www.fractology.info</a></p> </div></div></div><div class="field field-name-field-editorial field-type-list-text field-label-hidden"><div class="field-items"><div class="field-item even">Expansão consciente</div></div></div><div class="field field-name-field-tags field-type-taxonomy-term-reference field-label-above clearfix"><h3 class="field-label">Tags: </h3><ul class="links"><li class="taxonomy-term-reference-0" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/83" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">habilidades</a></li><li class="taxonomy-term-reference-1" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/134" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">fisica quântica</a></li><li class="taxonomy-term-reference-2" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/135" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">holograma</a></li><li class="taxonomy-term-reference-3" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/4" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">consciencia</a></li><li class="taxonomy-term-reference-4" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/7" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">fractal</a></li><li class="taxonomy-term-reference-5" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/136" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">autopoiese</a></li><li class="taxonomy-term-reference-6" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/119" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">Fractologia</a></li></ul></div> Mon, 21 May 2018 14:51:10 +0000 admin 134 at https://monikavonkoss.com.br https://monikavonkoss.com.br/perspectiva-holografica-da-transpessoalidade#comments