Monika von Koss - poder pessoal https://monikavonkoss.com.br/taxonomy/term/6 pt-br Violência, o jogo da dominação https://monikavonkoss.com.br/violencia-o-jogo-da-dominacao <div class="field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden"><div class="field-items"><div class="field-item even" property="content:encoded"><p>Neste mês da mulher fala-se muito em violência do homem contra a mulher, um assunto que certamente merece ser abordado sempre. Mas é preciso atentar que não são apenas as mulheres que estão sujeitas à violência e, principalmente, que elas não são apenas vítimas, mas muitas vezes também perpetradoras .</p> <p>As relações humanas de uma maneira geral estão permeadas de violência, muitas vezes física, mais vezes ainda verbal. A violência verbal é irradiada nos filmes, nas letras de música, nos programas de televisão, em tudo que se chama de entretenimento, e que permeia a conversa e a relação das pessoas no seu cotidiano mais cotidiano.</p> <p>Tendemos a considerar violência apenas a força física que nos atinge no corpo. Maior ainda é a violência que sutil e sorrateiramente nos atinge na alma. Ela se manifesta sempre que somos desqualificados. Quando somos ameaçados pela perda de nossa autonomia e dignidade. Pela sugestão de que vamos nos dar mal na vida se seguirmos nossos anseios, se manifestarmos nosso poder pessoal.</p> <p>Violência é tudo aquilo que restringe a livre expressão da emoção, dos sonhos, dos anseios de uma pessoa. A violência nos atinge quando somos espontâneas e verdadeiras e nos confrontamos com uma moral vigente que oprime, que restringe, que denigre, que despreza, que desrespeita. Esta é uma violência que nos atinge a todos, em um mundo em que predomina a dominação de uns sobre os outros.</p> <p>Não participar do jogo de dominação é uma atitude que nunca é fácil e, em geral, vem acompanhada de dor e sofrimento. Se a cada vez que manifestamos nossa essência nos defrontamos com a violência, é compreensível que recuemos. Mas, uma vez tocado, o Ser Essencial não descansa e a cada nova investida se fortalece.</p> <p>A violência é o recurso de quem se sente frágil diante da manifestação plena de um ser humano livre, autônomo. Assim, denuncia a fragilidade de quem a exerce, mais do que a de quem a recebe.</p> </div></div></div><div class="field field-name-field-editorial field-type-list-text field-label-hidden"><div class="field-items"><div class="field-item even">Potencializar o ser</div></div></div><div class="field field-name-field-tags field-type-taxonomy-term-reference field-label-above clearfix"><h3 class="field-label">Tags: </h3><ul class="links"><li class="taxonomy-term-reference-0" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/99" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">dignidade</a></li><li class="taxonomy-term-reference-1" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/100" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">autonomia</a></li><li class="taxonomy-term-reference-2" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/6" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">poder pessoal</a></li><li class="taxonomy-term-reference-3" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/101" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">expressão</a></li><li class="taxonomy-term-reference-4" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/102" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">liberdade</a></li></ul></div> Mon, 21 May 2018 17:48:20 +0000 admin 152 at https://monikavonkoss.com.br https://monikavonkoss.com.br/violencia-o-jogo-da-dominacao#comments Caminhos para o desenvolvimento humano https://monikavonkoss.com.br/caminhos-para-o-desenvolvimento-humano <div class="field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden"><div class="field-items"><div class="field-item even" property="content:encoded"><p>A busca pelo aprimoramento é uma necessidade humana primária, individual e coletiva. E ao longo dos tempos, muitos foram os caminhos desenvolvidos para este objetivo. No momento presente, esta busca está cada vez mais urgente, pois os problemas têm aumentado, sejam eles de origem física, psíquica, emocional ou espiritual.</p> <p>O movimento ecológico tem criado novos caminhos para lidar com os meios materiais, a fim de não exaurir os recursos naturais, quer pela exploração desordenada, quer pela contaminação oriunda daquilo que descartamos.</p> <p>Meios menos agressivos de cuidar da saúde física têm se expandido para além de grupos específicos, sendo procurados por uma número crescente de pessoas, que começam a assumir responsabilidade pela sua própria saúde.</p> <p>Estas mudanças de enfoque se tornam cada vez mais necessárias, dado o crescente sofrimento que atinge a grande maioria da humanidade, das mais diversas formas e pelas mais diferentes razões.</p> <p>O que estas abordagens têm em comum é um deslocamento de uma compreensão linear para uma abordagem mais holográfica. É um desencanto com o caminho puramente racional e um despertar da percepção intuitiva. Mas isto não está acontecendo somente a partir de uma intenção consciente das pessoas, isto simplesmente emerge de um contexto mais amplo e profundo.</p> <p>Temos sido doutrinados para confiar exclusivamente na razão, descartando todas as nossas demais habilidades. Curiosamente, é a própria ciência que nos aponta o equívoco deste caminho. Quando cientistas se aventuraram a pesquisar o fenômeno do consciente humano, eles descobriram que a maior parte de tudo que fazemos acontece em níveis subconscientes.</p> <p>Nós podemos saber disto simplesmente prestando atenção às nossas ações cotidianas. Quão consciente você está quando escova os dentes? Ou quando dirige seu automóvel? Ou quando está assistindo à televisão? Desenvolvemos programas e tecnologias para tornar nossa vida mais prática, mais econômica, mais segura, mais diversificada. E deixamos que isto assuma o lugar do viver consciente nossas experiências, suas motivações e suas consequências.</p> <p><strong>A visão de mundo centrada no mental</strong></p> <p>Em seu livro <em>The User Illusion</em> [A ilusão do Usuário], o escritor dinamarquês Tor Norretranders reúne diversas áreas da pesquisa científica, mostrando que a cada segundo, milhões de bits de informação fluem através de nossos sentidos, dos quais nossa mente consciente processa no máximo quarenta. Para nos tornarmos conscientes de algo, é preciso que o caos da informação seja organizado e ordenado. O resultado deste processo de ordenação é o que chega ao nosso foco de consciência. O restante é descartado. O que experienciamos conscientemente adquiriu significado antes de nos darmos conta; algo de que não temos consciência interpretou as coisas por nós.</p> <p>O fluxo de informação que chega aos nossos sentidos se caracteriza pelo caos, pela desordem. Ao descartar informação, reduzimos esta desordem e confusão a leis simples e previsíveis, que passam a governar nossa vida. Portanto, quando tomamos consciência de algo, já descartamos a maior parte da informação. Mas qual o critério para decidir o que descartar e o que organizar? Quem ou o quê decide entre o joio e o trigo?</p> <p>Os estudos do cérebro humano indicam que esta função é realizada pela amídala cerebelosa, um pequeno órgão que fica em uma área crítica, entre o antigo sistema reticular, o ponto elevado do cérebro reptiliano sensório-motor, e o nível inferior do sistema límbico relacional-emocional. O funcionamento do cérebro límbico envolve a discriminação entre estímulos positivos e negativos, baseado na experiência do organismo.</p> <p>A amídala é o foco central de um número de sensores emocionais e age como um editor, lendo o grande fluxo de informação que se move pelo sistema reticular até os níveis superiores do cérebro, para ser processado. Qualquer informação que indique algo danoso, ameaçador ou incomum, é captada pela amídala, que instantaneamente dispara um alerta.</p> <p>Mas a amídala não apenas escaneia esta imensa quantidade de material, procurando por problemas, sem deixar passar nada, ela também salva o trabalho, guardando seletivamente as impressões negativas, com os quais vai comparar experiências posteriores. O que ela armazena na memória não são conteúdos específicos, apenas ressonâncias ou similaridades emocionais.</p> <p>A amídala não distingue entre eventos realmente ameaçadores ou simples sustos pela reação inesperada de progenitores. Ela não diferencia e compara os conteúdos, apenas responde a frequências vibratórias similares, do mesmo modo que um sistema eletrônico de alerta dispara, mesmo se apenas um gato passeia pelo telhado. E quando um alerta alcança nossa percepção consciente, milhões de respostas neurais por todo o corpo-cérebro já foram colocadas em ação.</p> <p>É por meio deste aspecto do funcionamento cerebral que a cultura se tornou uma força formativa primária, escreve Joseph Chilton Pearce em <em>The Death of Religion and the Rebirt of Spirit</em> [A Morte da Religião e o Renascimento do Espírito]. Um campo de energia organizador, distinto da natureza, a cultura trabalha para nos isolar do que foi, é e pode ser natural.</p> <p>Consequentemente, aquilo que experienciamos e acreditamos ser o próprio mundo é algo criado em nossa mente, através de ilusões sistemáticas e reducionismos, que resultam do descartar da maioria da informação que nos vem do mundo fora de nós. Temos uma imagem do mundo em nossa mente, que dita as condições da nossa existência. Chamamos a esta imagem de cultura.</p> <p>Enquanto nossa mente se relaciona com a cultura que criamos, nossos corpos mantêm uma relação de afinidade com o mundo físico, que em sua maior parte fica oculta de nosso foco consciente. Enquanto seres de carne e osso, fazemos parte de um poderoso sistema vivo que chamamos de Terra, havendo uma relação íntima entre as necessidades do planeta e as necessidades físicas de uma pessoa.</p> <p>Se quisermos compreender o estado do globo terrestre, temos que fazê-lo a partir dos nossos próprios corpos e do nosso próprio temor, pois a crise ambiental que vivemos se manifesta em nossas mentes como um problema pessoal, afirma Theodore Roszak em <em>The Voice of the Earth</em> [A Voz da Terra]. Representante do movimento conhecido como Ecopsicologia, ele sustenta que há uma dimensão psicológica para o problema ambiental. E para lidarmos adequadamente com esta questão, precisa ocorrer uma mudança no modo como vivemos, nos valores que definimos como significando ser humano e viver uma boa vida.</p> <p>Para isto, precisamos deslocar nosso foco da mente para o coração. Os estudos apontam para o fato de existir no coração um complexo neural ou “cérebro” que desempenha um papel principal nesta habilidade de nos relacionarmos com nosso ambiente e com outros. Se nos abrirmos para a inteligência do coração, podemos nos tornar instintivos a cada vez que ele bate e poderemos ver e abordar o mundo de um modo novo.</p> <p><strong>A visão de mundo centrada no coração<strong> </strong></strong></p> <p>Nosso coração sente a natureza de eventos particulares antes deles ocorrerem e sinaliza claramente para o cérebro, qual a natureza deste evento e como devemos reagir a ele. Nesta função de previsão, a resposta do coração precede a mudança que ocorre no córtex pré-frontal por uma fração de segundo; a interação se faz, quando o cérebro frontal sincroniza com o coração. As conexões neurais do coração se dão primariamente com o córtex pré-frontal e o cérebro emocional (límbico). A percepção coração-cérebro precede nossa percepção mental, apontando para uma equivalência direta entre o cérebro e o coração, a percepção intuitiva.</p> <p>Esta comunicação entre o coração e o cérebro ocorre abaixo de nossa percepção consciente, através de um outro circuito que envia a informação já traduzida para a mente, quando então temos uma percepção plenamente consciente da experiência.</p> <p>Através do nosso coração, cada um de nós acessa seletivamente o próprio mundo interior, este mundo limitado e formatado pelo sistema cognitivo pessoal e formado a partir da experiência individual daquilo que nossa espécie e cultura seletivamente desenharam e passaram adiante.</p> <p>O coração é a nossa fonte intuitiva, o nexo ou ponto de encontro deste jogo interativo entre nossa experiência pessoal e a cultura, bem como causa e efeito de todas as conexões. Quando a mente individual ‘egóica’ fica presa no cabo de guerra entre a conexão do lobo pré-frontal com o coração e os reflexos de sobrevivência da amídala, ela é absorvida pelo mundo externo e passa a nos dominar, fazendo com que o mundo interno do coração e do espírito fiquem comprometidos, ignorados ou perdidos.</p> <p>A dominância tem que vir do coração, mas este depende do equilíbrio entre os hemisférios direito e esquerdo do cérebro, entre nossas qualidades femininas e masculinas. A mente tem que sair do caminho do coração, para restabelecermos a conexão interrompida com a verdadeira alegria dos relacionamentos, o propósito real da vida e a força impulsionadora por trás da criação e do universo.</p> <p>Para que possamos nos abrir para a novidade deste fluxo do coração, que ocorre sempre no momento presente, precisamos dissolver o registro de todas as injustiças que nos foram feitas, todas as feridas ou machucados de relacionamentos, nossas raivas e lutos pelos quais exigimos retificação ou justiça. Precisamos completar todos os processos que ficaram pendentes e que guardamos como um tesouro sagrado. Precisamos finalizar nossa caótica história de injustiças, que nos prendem ao passado e nos impedem de criar a vida nova que desejamos para nós e nossos descendentes.</p> <p>Os tempos atuais demandam uma nova atitude em todas as nossas relações com o mundo, baseada em valores como cooperação, respeito pelas diferenças e cuidado com o meio-ambiente físico e social. Para desenvolver e sustentar esta nova atitude, precisamos ampliar a consciência que temos de nós mesmos, seja na relação conosco, na relação com os outros e na relação com o planeta.</p> <p>Cada um de nós é um campo de energia. Quer tenhamos consciência disto ou não, tudo que fazemos, sentimos ou pensamos está presente neste campo e afeta nosso ambiente e nossas relações. Quando sustentamos emoções negativas, crenças limitantes e padrões depreciativos, afetamos não apenas a dinâmica do nosso próprio campo energético, mas influímos negativamente na dinâmica do campo energético coletivo. Isto distorce o exercício do poder pessoal, abrindo espaço para que outros influenciem e determinem o que pensamos, sentimos ou fazemos.</p> <p>Clarear e fortalecer o próprio campo energético nos possibilita manifestar os valores, crenças e atitudes positivas que expressam nosso Ser Divino. Quando me lembro do meu Ser Essencial, posso expressá-lo na minha vida cotidiana e influenciar positivamente meu ambiente. Ao sustentar e exercer meu poder pessoal, alinho-me com o universo e encontro meu lugar de honra no Campo Unificado de Consciência.</p> </div></div></div><div class="field field-name-field-editorial field-type-list-text field-label-hidden"><div class="field-items"><div class="field-item even">Expansão consciente</div></div></div><div class="field field-name-field-tags field-type-taxonomy-term-reference field-label-above clearfix"><h3 class="field-label">Tags: </h3><ul class="links"><li class="taxonomy-term-reference-0" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/141" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">informação</a></li><li class="taxonomy-term-reference-1" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/142" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">ecopsicologia</a></li><li class="taxonomy-term-reference-2" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/11" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">coração</a></li><li class="taxonomy-term-reference-3" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/50" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">mente</a></li><li class="taxonomy-term-reference-4" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/6" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">poder pessoal</a></li></ul></div> Mon, 21 May 2018 14:45:35 +0000 admin 130 at https://monikavonkoss.com.br https://monikavonkoss.com.br/caminhos-para-o-desenvolvimento-humano#comments Poder expresso com amor e verdade https://monikavonkoss.com.br/poder-expresso-com-amor-e-verdade <div class="field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden"><div class="field-items"><div class="field-item even" property="content:encoded"><p>Os tempos atuais demandam uma nova atitude em todas as nossas relações. E para desenvolver e sustentar esta nova atitude, precisamos ampliar a consciência que temos de nós mesmos, seja na relação conosco, na relação com os outros e na relação com o planeta.</p> <p>Esta nova atitude requer uma nova compreensão de poder. Temos entendido o poder como um substantivo, algo que se possui, como força física, dinheiro, posição social, informação, armamento e coisas similares. Podemos dizer que estas coisas conferem a alguém um poder sobre..., referindo-se a uma atitude de dominação, baseada em uma estrutura hierárquica, seu efeito estando mais próximo da coerção e da sujeição.</p> <p>Mas quando utilizamos a palavra ‘poder’ como um verbo, ele se refere a uma habilidade de agir, algo que sempre é pessoal e intransferível: seu eu quem pode ou não pode realizar algo. E neste sentido, todos nós temos poder. Cada pessoa utiliza e expressa seu poder de uma forma própria. A amplitude e a intensidade do poder pessoal é uma característica individual, mas todo ser humano pode...</p> <p>O poder sobre... emerge de uma visão de mundo mecanicista, um mundo fragmentado, composto de partes distintas que, em si mesmas, não possuem valor. Desta perspectiva, o valor de cada coisa ou pessoa não é intrínseco a ela, mas lhe é atribuído de acordo com o lugar que ocupa na estrutura social, por sua vez dependente de critérios artificiais, que variam ao sabor do tempo, impostos de cima para baixo e de fora para dentro.</p> <p>O poder pessoal vem de dentro. É o poder da ação individual, que emerge de um significado mais profundo, relacionado com a motivação, os princípios e valores que cada pessoa sustenta e as habilidades que desenvolve. É poder cantar, amar, dançar, trabalhar, pintar ... Este poder tem um valor intrínseco, um valor em si mesmo e que não pode ser comparado com alguma outra coisa ou ser avaliado em uma escala qualquer. Uma pessoa pode cantar no banheiro ou pode se apresentar para multidões. Seu poder de cantar se expressa de modo distinto, tem um alcance diverso e uma intensidade variada, mas como todas as pessoas, ela pode cantar. Todos nós podemos cantar. Posso cantar quando estou triste ou quando estou alegre, posso cantar sozinha ou em companhia de outras pessoas, posso cantar em voz alta ou silenciosamente. O poder de cantar é inerente ao ser humano.</p> <p>Não podemos perder este poder pessoal, porque não é algo que possuímos, é algo que se expressa através de nós, fluindo da fonte cósmica para se manifestar na ação pessoal. E o poder da fonte cósmica é ilimitado.</p> <p>Quanto poder cada um de nós é capaz de expressar depende de quanta responsabilidade estamos dispostos a assumir. Responsabilidade aqui não no sentido da culpa ou do fardo, mas da habilidade em responder às situações da vida, a partir da nossa integridade. Pois o que flui da fonte cósmica através de nós é o poder da própria vida.</p> <p>E nos responsabilizamos pelo nosso poder, quando o expressamos em harmonia com todas as formas de vida. Quando exercemos nosso poder com os demais seres, quando nosso poder se harmoniza com o poder das demais pessoas e com o poder do universo, então nos influenciamos mutuamente, no sentido de que aquilo que digo e faço flui para os outros e aquilo que os outros fazem flui para mim. Para exercermos nosso poder com as demais pessoas, precisamos ter respeito pelo poder do outro e sustentar nosso próprio poder.</p> <p>Esta nova atitude também requer uma nova compreensão dos papéis sexuais. A dualidade que mais impacta nossa vida é a sexual, aquela que divide o mundo em gêneros – masculino e feminino. De acordo com nossa anatomia, somos classificados como mulher ou como homem, mas o gênero emerge da gramática, para definir papéis socialmente estabelecidos e regidos por qualidades específicas.</p> <p>A verdadeira dualidade, contudo, não é a que separa masculino do feminino. A verdadeira dualidade é representada pelo amor e pela verdade. Pode não parecer uma dualidade à primeira vista, mas em tudo que existe, há amor e verdade. Às vezes há mais amor do que verdade, outras vezes há mais verdade do que amor. E se na visão tradicional o amor foi definido como feminino e a verdade como masculina, a própria gramática revela que um não existe sem o outro. Masculino e feminino é uma dicotomia ilusória.</p> <p>Para irmos além desta ilusão, precisamos olhar um pouco para o amor e a verdade. A energia do amor é uma energia de conexão. É o amor que conecta todos os seres e mantém coeso o universo. O amor integra todos os seres em uma unidade, em um todo que não é feito de muitos pedaços agregados, como uma máquina. Uma unidade em que cada parte, grande ou pequena, carrega em si e expressa a totalidade.</p> <p>Mas, para que esta unidade não se torne amorfa, um mero aglomerado indiferenciado, há a necessidade da verdade, cuja função é criar espaço para a individualidade. É o espaço entre os seres que torna possível a consciência individual. É a individualidade que possibilita uma atitude responsiva e responsável.</p> <p>Reflita um pouco sobre como esta dualidade – amor e verdade – se expressa na sua vida, nas suas ações, nos seus pensamentos, nos seus sentimentos. O que em sua vida precisa de mais amor, mais conexão? O que em sua vida precisa de mais espaço, mais verdade?</p> <p>Quando tenho consciência do meu poder como indivíduo e, ao mesmo tempo, sinto a conexão com tudo que há no universo através da energia do amor, então posso adotar uma nova atitude baseada em valores como cooperação, respeito pelas diferenças e cuidados com o meio ambiente físico e social.</p> <p>Quando manifesto meu poder a partir da integridade, minhas ações mudam minha vida e a vida das demais pessoas. Quando fortalecemos, incrementamos, ampliamos e expandimos nosso poder pessoal, nutrimos a vida, a nós mesmos e a tudo e todos que partilham conosco este universo infinito.</p> <p>Você se sente poderosa?</p> <p>Qual é a sua fonte de poder?</p> <p>Como você se relaciona com seu poder?</p> <p>Se quiser, partilhe aqui suas dúvidas e descobertas.</p> </div></div></div><div class="field field-name-field-editorial field-type-list-text field-label-hidden"><div class="field-items"><div class="field-item even">Expansão consciente</div></div></div><div class="field field-name-field-tags field-type-taxonomy-term-reference field-label-above clearfix"><h3 class="field-label">Tags: </h3><ul class="links"><li class="taxonomy-term-reference-0" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/4" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">consciencia</a></li><li class="taxonomy-term-reference-1" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/149" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">ação</a></li><li class="taxonomy-term-reference-2" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/6" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">poder pessoal</a></li><li class="taxonomy-term-reference-3" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/15" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">amor</a></li><li class="taxonomy-term-reference-4" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/92" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">verdade</a></li><li class="taxonomy-term-reference-5" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/39" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">integridade</a></li></ul></div> Mon, 21 May 2018 14:42:52 +0000 admin 128 at https://monikavonkoss.com.br https://monikavonkoss.com.br/poder-expresso-com-amor-e-verdade#comments Fractologia: um caminho para o Ser Essencial https://monikavonkoss.com.br/fractologia-um-caminho-para-o-ser-essencial <div class="field field-name-body field-type-text-with-summary field-label-hidden"><div class="field-items"><div class="field-item even" property="content:encoded"><p>Os novos tempos demandam uma nova atitude em todas as nossas relações com o mundo, baseada em valores como cooperação, respeito pelas diferenças e cuidado com o meio-ambiente físico e social. Para desenvolver e sustentar esta nova atitude, precisamos ampliar a percepção consciente que temos de nós mesmos, seja na relação conosco, na relação com os outros e na relação com o planeta.</p> <p>Cada um de nós é um campo de energia. Quer tenhamos consciência disto ou não, tudo que fazemos, sentimos ou pensamos está presente neste campo e atua através dele, afetando nosso ambiente e todas as nossas relações. Quando alimentamos emoções negativas, crenças limitantes e padrões depreciativos, afetamos não apenas a dinâmica do nosso próprio campo energético de forma negativa, mas também influímos negativamente na dinâmica do campo energético coletivo. Isto distorce o exercício do nosso poder pessoal, abrindo espaço para que outros influenciem e determinem o que pensamos, sentimos ou fazemos.</p> <p>São inúmeros os caminhos que podem nos conduzir e orientar em nossa busca pelo desenvolvimento pessoal para além dos limites da personalidade, desde teorias e métodos mais tradicionais, até modernas tecnologias psicológicas, derivadas das novas descobertas científicas. A <strong>Fractologia</strong> estabelece uma ponte entre elas. Combinando a confiabilidade, consistência e metodologia sistemática da medicina moderna com a percepção expandida, a sutileza e as propriedades propiciadoras de saúde da terapia energética, Catherine Wilkins, fundadora e diretora do Instituto <em>Fractology</em>, uma organização sediada em Sydney, Austrália, tem pesquisado e trabalhado com o campo energético humano e seu potencial para a saúde e a cura.</p> <p>Eu já havia ouvido menção a ela, quando fui presenteada com seu livro <em>Manual for the Mind, 5 Keys to Psychic Ability</em> (entrementes já traduzido para o português sob o título <em>Fractologia, o poder curativo do holograma</em> pela Editora ProLibera), em que ela explicita as leis básicas das habilidades psíquicas e como aplicá-las em benefício pessoal e no trabalho com outros.</p> <p>Fui conquistada pela clareza e profundidade de sua visão, expressa de forma simples, clara e direta. Diz ela que, latentes em nós estão habilidades não relacionadas com o mundo físico. São as habilidades psíquicas ou metafísicas, que permitem à consciência humana ir além do mundo material, concreto, e criar conexões, curas, entendimentos e novos modos de ser. São muitas vezes chamadas de dons, porque frequentemente aparecem de modo natural e sem método conhecido ou compreendido para desenvolvê-las ainda mais. Mas não são dons e sim habilidades. E, como qualquer habilidade, podem ser aprendidas e desenvolvidas conscientemente.</p> <p>Associando sua sensibilidade natural para perceber os campos energéticos e transitar livremente pelas diferentes dimensões ao pensamento formal adquirido por sua formação científica, Catherine ensina um processo confiável e seguro para desenvolver uma lógica intuitiva e uma intuição lógica, por meio de várias técnicas para liberar nossos bloqueios energéticos e fortalecer e ampliar o alcance da nossa Consciência.</p> <p>A <strong>Fractologia</strong> se fundamenta na natureza holográfica da realidade, estruturada em padrões fractais. Um fractal é um padrão que se repete continuamente, em escala. Pela repetição, forma padrões mais complexos, que se caracterizam pelo fato de cada parte conter o todo e o todo refletir cada parte. Aprender a reconhecer estes padrões significa aprimorar o uso de nossas habilidades psíquicas, para nos orientar no mundo.</p> <p>Envolvendo o uso de energias poderosas, as habilidades psíquicas estão se manifestando com mais força, à medida que vivemos um crescimento e uma expansão em consciência. Isto pode trazer consigo um desequilíbrio entre os aspectos material e espiritual de nossa vida. Pessoas que enfatizam o aspecto material estão sofrendo pela ausência de significado em suas vidas. Pessoas que enfatizam o aspecto espiritual estão sofrendo pela falta de recursos para sustentar sua existência física. Qualquer que seja o desequilíbrio, ele traz sofrimento.</p> <p>Encontrar um equilíbrio entre o físico e o metafísico significa honrar ambos os aspectos da experiência humana. Significa considerar a vida e as pessoas em sua totalidade física, emocional, mental e espiritual. À medida que avançamos pelo novo milênio, afirma Catherine, mais e mais pessoas desenvolverão suas habilidades metafísicas, aumentando o nível de estresse e levando à exaustão psíquica, pelo dano causado aos circuitos energéticos do corpo, não habituados a lidar com a intensidade de energia que estão recebendo.</p> <p>Parte desta intensificação está ligada ao fato de vivermos em grandes centros urbanos, formando um campo coletivo congestionado por informações, que permeia o nosso campo pessoal de tal modo que não sabemos mais diferenciar entre os próprios pensamentos e os pensamentos de outras pessoas, entre nossas próprias emoções e as emoções dos outros. Em lugar de sermos individualidades que se organizam em uma rede de relações (interdependência), nos diluímos em um coletivo indiferenciado (codependência).</p> <p>Clarear, fortalecer e delimitar o próprio campo energético possibilita a cada pessoa manifestar os valores, crenças e atitudes positivas que expressam seu Ser Divino. Significa lembrar-se do seu Ser Essencial, expressá-lo na sua vida cotidiana e influenciar positivamente o ambiente.</p> <p>Para sustentar e exercer o poder pessoal é necessário que cada pessoa encontre seu alinhamento com o fluxo universal e ocupe o seu lugar único no Campo Unificado de Consciência (Holograma). Significa conectar-se com quem já somos verdadeiramente, seres perfeitos de luz.</p> </div></div></div><div class="field field-name-field-editorial field-type-list-text field-label-hidden"><div class="field-items"><div class="field-item even">Blog</div></div></div><div class="field field-name-field-tags field-type-taxonomy-term-reference field-label-above clearfix"><h3 class="field-label">Tags: </h3><ul class="links"><li class="taxonomy-term-reference-0" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/6" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">poder pessoal</a></li><li class="taxonomy-term-reference-1" rel="dc:subject"><a href="/taxonomy/term/7" typeof="skos:Concept" property="rdfs:label skos:prefLabel" datatype="">fractal</a></li></ul></div> Fri, 11 May 2018 15:09:41 +0000 admin 102 at https://monikavonkoss.com.br https://monikavonkoss.com.br/fractologia-um-caminho-para-o-ser-essencial#comments